Michel disse que subestimou a grande quantidade de reações negativas. Ele também não quer que a “controvérsia” cause danos ao projeto europeu.
Três semanas atrás, Michel anunciou que se candidataria a eurodeputado na Bélgica, onde já foi primeiro-ministro. Em um comunicado na sexta-feira, afirmou que teve dúvidas após enfrentar “intensa atenção da mídia” e algumas “reações extremas” de fora da instituição europeia.
Se Michel não fosse presidente da UE na segunda metade deste ano, existiria a possibilidade de o primeiro-ministro húngaro Viktor Orban controlar a direção da UE. Essa direção húngara coincidiria então com o período em que uma nova Comissão Europeia deve ser formada.

