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UE ainda dividida sobre orçamento plurianual

Iede de VriesIede de Vries
Foto: Christian Dubovan via UnsplashFoto: Unsplash

Dentro da União Europeia, as negociações sobre o orçamento plurianual devem continuar, pois ainda existe grande divergência quanto ao tamanho dos gastos. Não apenas os chefes de governo discordam, mas também a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu têm desejos diferentes e apresentam condições distintas.


Na cúpula da UE realizada na semana passada em Bruxelas, ficou claro que mais três países se opõem ao plano atual para um orçamento maior em Bruxelas. Suécia, Áustria e Dinamarca juntaram-se às objeções anteriores de Holanda e Alemanha.


Para a Comissão Europeia, o próximo orçamento plurianual deve ser aumentado para 1300 bilhões de euros, apesar da saída dos britânicos – um aumento de cerca de 300 bilhões. Isso corresponde a 1,11% da renda conjunta europeia. O Parlamento Europeu até pensa em 1,3%.


No entanto, os cinco países desejam que não se gaste mais do que 1% no orçamento da UE. A UE não pode ignorar essa “coalizão dos cinco contribuintes líquidos”, disse o ministro austríaco Eduard Müller. “Se os britânicos saírem da UE, nós financiamos 40% do orçamento europeu. É preciso levar isso em consideração”, declarou Müller.


Os líderes da UE deram ao Conselho da UE, sob presidência finlandesa, a tarefa de encontrar um novo compromisso para a próxima cúpula da UE em dezembro, afirmou o primeiro-ministro holandês Mark Rutte. Holanda continua mantendo um teto de gastos de 1% das economias dos países da UE. Isso é aproximadamente o mesmo que o orçamento vigente de cerca de 1000 bilhões de euros para sete anos.

Este artigo foi escrito e publicado por Iede de Vries. A tradução foi gerada automaticamente a partir da versão original em neerlandês.

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