Os Estados Unidos e o México implementaram medidas adicionais de precaução em portos e aeroportos após a confirmação, nesta semana, da peste suína africana na República Dominicana pela primeira vez.
O Laboratório de Diagnóstico de Doenças Animais Estrangeiras do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) confirmou dois casos em amostras coletadas por meio de um programa cooperativo de vigilância já existente.
A República Dominicana e o Haiti formam uma única ilha caribenha a leste de Cuba, a algumas centenas de quilômetros a sudeste do continente dos EUA. Os Estados Unidos e o México adotaram agora medidas de segurança rigorosas para impedir a entrada da PSA nos Estados Unidos.
Está atualmente proibida a importação de produtos de carne suína procedentes da República Dominicana devido a uma proibição de transporte e outras restrições. Além disso, os EUA e o México realizam inspeções extras em aeroportos em voos originários da República Dominicana para garantir que passageiros não tragam produtos cárneos e alimentícios proibidos para o país. As aeronaves devem levar seus resíduos de volta ao país de origem.
A Reuters informou ontem que autoridades mexicanas também reforçarão as inspeções e controles em todos os portos e pontos de fronteira. Também aumentarão a fiscalização de cozinhas e resíduos em cruzeiros comerciais; esses navios também não podem descarregar resíduos alimentares em terra.
O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) ofereceu assistência à República Dominicana e ao Haiti no manejo da PSA. Medidas também estão sendo adotadas na indústria suína americana para evitar a entrada da peste suína africana nos Estados Unidos.

