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Maior subsídio agrícola na China; UE em quarto lugar após Índia e EUA

Iede de VriesIede de Vries
A China é, de longe, o maior fornecedor de subsídios para a indústria alimentar nacional, conforme revela uma nova visão geral da OCDE sobre apoio agrícola. A República Popular concede atualmente a maior parte dos subsídios agrícolas, correspondendo a 36% do total.

Índia, os Estados Unidos e a União Europeia, também grandes produtores agrícolas, respondem respectivamente por 15%, 14% e 13%.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estima que o auxílio agrícola para um total de 54 países nos últimos dois anos atinja cerca de 808 bilhões de euros por ano. O apoio inclui tanto subsídios aos agricultores quanto descontos nos preços para os consumidores.

Em relação ao financiamento agrícola, pouco mudou estruturalmente desde o início de 2010, e as tentativas de reduzir os subsídios agrícolas estão amplamente paralisadas. 

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A OCDE é há anos crítica ao apoio agrícola porque ele distorce o funcionamento do mercado e mantém métodos de produção prejudiciais ao meio ambiente. Segundo o novo relatório, o apoio agrícola também limita o crescimento econômico e as adaptações às mudanças climáticas. A OCDE por isso pede reformas.

A mudança climática tem efeito crescente sobre a produção agrícola, constata também a OCDE. Algumas regiões podem ver sua produção aumentar, mas outras sofrem grandes prejuízos devido ao aumento dos extremos climáticos. Na maior parte do mundo, a agricultura precisa se adaptar às condições de produção que se deterioram.

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Este artigo foi escrito e publicado por Iede de Vries. A tradução foi gerada automaticamente a partir da versão original em neerlandês.

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