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Marina Silva, protetora da floresta amazônica brasileira, é novamente ministra do meio ambiente

Iede de VriesIede de Vries
O presidente brasileiro Luiz Inacio Lula da Silva, reeleito no mês passado, nomeou a ex-ativista ambiental Marina Silva como nova ministra do meio ambiente. Ela já foi ministra durante o governo anterior do presidente Lula e é conhecida como defensora da região da floresta amazônica.

Sua nomeação é um sinal de que o novo governo brasileiro coloca a proteção da floresta como prioridade na sua agenda.

O presidente Bolsonaro, destituído no mês passado, via a floresta principalmente como um potencial econômico. Ele incentivou o desmatamento para a agricultura e para a criação de novas plantações de grãos e milho. Com isso, o Brasil se tornou um dos maiores exportadores mundiais de milho nos últimos anos.

Marina Silva já foi senadora e chegou a ser a segunda colocada nas eleições presidenciais de 2010. Silva afirmou que, em seu novo papel, buscará a preservação da biodiversidade da região. Espera-se que ações sejam tomadas rapidamente para conter o desmatamento e preservar a biodiversidade.

A nomeação de Silva é vista por muitos como um sinal positivo para o futuro da floresta amazônica. Espera-se que o novo governo atue para impedir o desmatamento.

Ela também já destacou anteriormente que a preservação da floresta não é apenas responsabilidade do governo brasileiro, mas também da comunidade internacional.

Sua nomeação é uma boa notícia para a população indígena da região amazônica. Durante o governo Bolsonaro, os direitos dos indígenas eram frequentemente violados e seus interesses pouco considerados. Silva sempre defendeu os direitos dos povos indígenas e a preservação de seus territórios.

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Este artigo foi escrito e publicado por Iede de Vries. A tradução foi gerada automaticamente a partir da versão original em neerlandês.

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