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Drones ucranianos interrompem parte da exportação de petróleo russa

Iede de VriesIede de Vries
A Força Aérea finlandesa voltou a empregar caças no sul da Finlândia, após ataques de drones ucranianos em portos petrolíferos russos do outro lado do Golfo da Finlândia. As aeronaves militares estiveram no espaço aéreo da região de Uusimaa, da qual Helsinque também faz parte.
Drones ucranianos atrapalham exportação de petróleo russa, enquanto a Finlândia defende seu espaço aéreo.

Após os ataques ucranianos a portos petrolíferos russos no Mar Báltico, caças finlandeses também foram acionados no domingo sobre áreas densamente povoadas no sul da Finlândia.

Os caças finlandeses permanecem ali caso os drones ucranianos entrem no espaço aéreo finlandês. “Ao mesmo tempo, monitoramos a área para saber o que acontece lá,” declarou um porta-voz à mídia finlandesa.

Interrupção

Na quarta-feira, as operações de carga e descarga de petróleo nos portos russos Ust-Luga e Primorsk no Mar Báltico foram paralisadas, informaram fontes à Reuters, após ataques de drones ucranianos que causaram incêndios nos portos, com a fumaça visível a partir da Finlândia. 

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O Exército ucraniano declarou que seus drones voaram mais de 900 quilômetros para atacar o terminal em Ust-Luga. Primorsk, conhecido em finlandês como Koivisto, fez parte da Finlândia entre aproximadamente 1917 e 1944.

Quase metade

Os ataques a Ust-Luga e Primorsk ocorrem em meio a mercados energéticos globais já instáveis, exacerbados pela guerra com o Irã, aumentando o temor de interrupções no fornecimento de petróleo. Analistas afirmam que os ataques representam a ameaça mais séria à exportação de petróleo russa desde o início da invasão em grande escala da Ucrânia em 2022.

Especialistas estimam que pelo menos 40% da capacidade de exportação de petróleo russa foi paralisada pelos ataques de drones ucranianos, um ataque a um oleoduto importante e a apreensão de petroleiros. A interrupção representa a maior perturbação no fornecimento de petróleo na história moderna da Rússia, o segundo maior exportador mundial de petróleo.

Pressão sobre Moscou

O presidente ucraniano Zelensky disse à agência Reuters na quarta-feira que a Ucrânia realiza ataques de longo alcance na infraestrutura energética russa para manter a pressão sobre Moscou, depois que o presidente americano Trump flexibilizou esta semana as sanções ao petróleo russo numa tentativa de reduzir os preços dos combustíveis em meio à guerra com o Irã.

Os aliados europeus da Ucrânia, que desejam manter a pressão sobre a Rússia para pôr fim à guerra de quatro anos, criticaram a medida de Washington.

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Este artigo foi escrito e publicado por Iede de Vries. A tradução foi gerada automaticamente a partir da versão original em neerlandês.

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