A guerra russa na Ucrânia é a causa direta para praticamente todas as medidas atualmente debatidas dentro da União Europeia. Decisões sobre apoio, sanções e cooperação são fortemente determinadas pelo progresso e pelo impacto da agressão militar russa contra a Ucrânia.
Críticas russas
Do lado russo surgem críticas às ações europeias, enquanto alertas e discursos ameaçadores são dirigidos aos países da UE e empresas que apoiam a Ucrânia.
Por outro lado, a cooperação militar entre a União Europeia e a Ucrânia continua a aumentar. Trabalha-se em iniciativas conjuntas, combinando conhecimento, tecnologia e capacidade de produção para fortalecer o apoio militar.
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Escassez de mísseis
Dentro da Europa, cresce também a consciência de que a indústria de defesa própria ainda está aquém do necessário. Em várias discussões, reconhece-se que a capacidade de produção está defasada, o que constitui um problema diante da atual situação geopolítica. Por exemplo, a Ucrânia enfrenta uma escassez cada vez mais grave de mísseis antiaéreos, especialmente do tipo Patriots.
Por isso, o apelo por aumentar significativamente a produção de material de defesa soa cada vez mais forte. Tanto dentro da própria UE quanto em colaboração com a Ucrânia, buscam-se formas de produzir mais rápido e em maiores quantidades. Países Baixos fecharam na semana passada um contrato para fabricar junto com uma empresa ucraniana peças para drones.
Pagamentos
O futuro primeiro-ministro húngaro Peter Magyar declarou que deseja estabelecer o mais rápido possível acordos com Bruxelas sobre o pagamento das verbas da UE suspensas, tanto as destinadas a Kiev quanto as dirigidas a Budapeste.

