A nova aliança reúne nove partidos que desejam se unir para resistir ao governo do partido Georgian Dream. Segundo esses partidos, o objetivo é atuar em conjunto para mudar o rumo político do país.
A cooperação surge após meses de protestos contínuos na Geórgia. Manifestantes foram às ruas repetidamente para expressar seu descontentamento com a direção que, segundo eles, o país está tomando.
Os partidos de oposição afirmam que a colaboração é voltada para uma mudança política por meio de eleições. Eles destacam a importância de eleições livres e justas como meio para substituir os atuais governantes.
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A presidente Salome Zourabichvili saudou a formação da frente conjunta da oposição. Ela chamou a estratégia dos partidos de uma possível base para uma luta mais ampla e conjunta das forças políticas e sociais.
Os partidos de oposição, grandes e pequenos, dizem que a cooperação não significa desistir de sua identidade política própria. Eles querem manter seus diferentes pontos de vista, mas atuar em conjunto e coordenar suas ações.
As partes também desejam melhorar a coordenação da comunicação e das ações de protesto. Com isso, esperam, segundo sua declaração conjunta, formar uma alternativa coletiva mais forte para o atual governo georgiano.
A aliança afirma que o objetivo final é reassentar claramente o rumo político da Geórgia para uma cooperação com parceiros europeus e transatlânticos.
Ao mesmo tempo, instituições europeias alertaram que a recente direção pró-Rússia na Geórgia pode ter consequências para a relação com a União Europeia. Entre os riscos apontados está a possível ameaça à atual isenção de visto para cidadãos georgianos.

