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UE permite agora grilos como alimento, após gafanhotos e larvas de farinha amarela

Iede de VriesIede de Vries

Os grilos agora podem ser consumidos como alimento na União Europeia, ou usados como ingrediente. Essa decisão foi tomada pela organização de segurança alimentar da UE, a EFSA. Antes, o gafanhoto migratório e a larva de farinha amarela já haviam sido autorizados no fluxo alimentar.

O inseto pode ser vendido inteiro como alimento, em forma congelada ou seca, ou processado em pó. Após exames de segurança, a União Europeia não encontrou objeções para permitir o grilo como alimento. A análise de segurança é necessária porque o consumo de insetos ainda é algo relativamente novo na UE.

Na Holanda, existem vários criadores que trabalham conforme as normas da UE. A Autoridade Holandesa para Alimentos e Produtos de Consumo (NVWA) também oferece aconselhamento nesse âmbito.

Em algumas partes do mundo, comer insetos é algo absolutamente comum, mas na Europa não. A administração diária da UE quer incentivar o consumo de insetos porque eles podem servir como fonte alternativa de proteínas, funcionando como substitutos da carne.

O Centro de Nutrição diz que os insetos devem ser cozidos, assados, salteados ou fritos antes do consumo. Além disso, pernas e asas devem ser removidas de insetos como grilos e gafanhotos. Para evitar deterioração, os insetos devem ser armazenados bem fechados na geladeira. Eles têm taxa de perecimento semelhante à carne e ao peixe.

Além disso, o Centro de Nutrição alerta que insetos podem não ser adequados para pessoas com alergia a crustáceos ou mariscos. O Centro também afirma que o valor nutricional é comparável ao da carne bovina, frango, carne suína e peixe.

Este artigo foi escrito e publicado por Iede de Vries. A tradução foi gerada automaticamente a partir da versão original em neerlandês.

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