As sanções são direcionadas a pessoas e organizações que, segundo a UE, colaboram para minar ou ameaçar a integridade territorial, soberania e independência da Ucrânia. No total, cerca de 2.600 pessoas e entidades estão na lista de sanções.
As medidas incluem, entre outras, restrições de viagem para indivíduos na lista de sanções. Por isso, eles não podem viajar para países da União Europeia.
Reabertura
Além disso, os ativos financeiros das pessoas e organizações envolvidas na União Europeia estão congelados. Na recente revisão, os países da UE decidiram retirar duas pessoas das sanções.
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Ao mesmo tempo, a UE declarou estar determinada a manter e intensificar a pressão sobre Rússia. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou no domingo que a pressão europeia para reabrir o oleoduto Druzhba, que transporta petróleo bruto russo, equivale a "chantagem".
Conflito crescente
Há um conflito energético crescente com Hungria e Eslováquia, que também bloqueiam a ampliação do pacote de sanções contra Moscou. Isso inclui medidas contra a frota sombra russa para reduzir as receitas energéticas russas que financiam a guerra na Ucrânia.
O oleoduto da era soviética, que transporta petróleo russo via Ucrânia para esses dois países, está fora de operação desde um ataque russo em 27 de janeiro. Kiev adia os reparos, alegando que não é possível realizá-los com segurança enquanto os bombardeios continuam.
Eleição
O primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, aliado de Moscou, usa a queda no fornecimento de petróleo russo na campanha para as eleições parlamentares do próximo mês. Seu partido conservador-nacionalista Fidesz corre risco de ser derrotado por um partido de oposição pró-europeu com um candidato popular. Diante disso, Zelensky e muitos políticos da UE têm pouca disposição para facilitar os êxitos de Orbán.

