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UE está quase chegando a um acordo sobre dinheiro russo, drones ucranianos e adesão

Iede de VriesIede de Vries
Na próxima cúpula da UE em outubro, avanços parecem possíveis em três questões delicadas: o uso dos fundos bancários russos para a Ucrânia, o financiamento de um muro europeu de drones e a reforma das regras de votação para a expansão da UE.
Afbeelding voor artikel: EU bijna eens over Russisch geld en Oekraïense drones en lidmaatschap

Os líderes europeus estão preparando uma estrutura pela qual os ativos russos congelados não seriam 'confiscados', mas serviriam como 'garantia para empréstimos' à Ucrânia. Kiev deveria reembolsar os valores posteriormente, caso Moscou coopere com indenizações. Essa formulação visa evitar problemas jurídicos e repercussões econômicas no sistema internacional de pagamentos.

Trata-se de um montante entre 140 e 210 bilhões de euros em dinheiro russo. A Comissão Europeia poderia emitir títulos, onde os fundos russos serviriam como garantia. Vários países da UE estão dispostos a apoiar esse modelo, desde que o dinheiro seja destinado principalmente à Defesa. Hungria, no entanto, contesta o plano no Tribunal Europeu, sentindo-se excluída em votações anteriores.

Além do financiamento, a ampliação do apoio militar é central. Foi alcançado um acordo para destinar dois bilhões de euros para drones para a Ucrânia. Estes devem contribuir para a construção de um amplo muro de defesa ao longo da fronteira leste da União, visando proteção contra ataques russos.

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A ideia de um "muro de drones" ganha espaço em Bruxelas e em vários países da UE. O muro seria composto por sistemas de detecção e defesa e deve melhorar a proteção do espaço aéreo. Com isso, a UE quer mostrar que o apoio à Ucrânia não se limita a pacotes financeiros, mas também inclui reforço militar concreto.

Outro ponto controverso diz respeito à adesão da Ucrânia à União Europeia em preparação. Até agora, países como Hungria e Eslováquia puderam bloquear esse processo com veto. Agora, há uma proposta para alterar o procedimento: uma maioria qualificada pode decidir conduzir negociações "por capítulo", enquanto para um relatório final definitivo (em momento muito posterior) permanece a exigência de unanimidade.

Com esse modelo, o poder dos estados membros individuais é limitado, mas sua decisão final permanece intacta. Os defensores veem isso como uma forma equilibrada de manter a dinâmica sem ignorar os interesses de todos os países. Os opositores temem, porém, uma erosão da soberania nacional.

A reunião informal dos líderes da UE em Copenhague serve como prelúdio para a cúpula do final de outubro, onde decisões formais são esperadas. O sucesso da cúpula dependerá da capacidade de encontrar compromissos nas próximas semanas. 

Se houver acordo, a UE dará um passo importante em seu apoio à Ucrânia: não apenas financeiro e militar, mas também institucional ao acelerar o processo de adesão.

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Este artigo foi escrito e publicado por Iede de Vries. A tradução foi gerada automaticamente a partir da versão original em neerlandês.

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