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Bruxelas mantém compromisso de reduzir ainda mais a poluição da água

Iede de VriesIede de Vries
A Comissão Europeia quer que todos os países da UE reduzam seu consumo de água em dez por cento. Esta medida faz parte de uma nova proposta que será apresentada esta semana, que inclui regras mais rigorosas contra a poluição da água
Afbeelding voor artikel: Brussel houdt vast aan verder terugdringen van watervervuiling

Especialmente o uso de produtos químicos na agricultura está sob crítica.

A Comissão Europeia afirma que as medidas atuais contra a poluição da água são insuficientes. Segundo várias pesquisas, nitrato e outros produtos químicos agrícolas são causas importantes da má qualidade da água. Principalmente em regiões com agricultura intensiva, rios, lagos e águas subterrâneas estão gravemente poluídos.

Por essa razão, a Comissão quer endurecer a atual Diretiva dos Nitratos. A proposta inclui, entre outras coisas, a redução do consumo de água em dez por cento até 2030. A Comissão ressalta os crescentes problemas de seca na Europa e alerta para possíveis consequências na segurança alimentar e na biodiversidade.

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A proposta, segundo várias fontes, é controversa dentro do Parlamento Europeu. Especialmente na comissão da agricultura e entre organizações de interesse agrícola, espera-se forte oposição. Eles temem que regras ambientais mais rigorosas prejudiquem os agricultores e pressionem a produção de alimentos.

Outro ponto de discórdia é a sensibilidade política em relação às leis ambientais e climáticas do Pacto Ecológico Europeu. Segundo Politico, membros do PPE, a maior bancada no Parlamento Europeu, exigiram que no projeto de relatório sobre gestão da água toda referência ao Pacto Ecológico fosse removida — nem a palavra 'Green Deal' deve ser mencionada.

A crítica do parlamento não se limita apenas ao conteúdo. Segundo relatos, há também objeções à comunicação da Comissão Europeia: ela apresentaria as propostas como técnicas e necessárias, enquanto as implicações para a agricultura e economia são politicamente carregadas.

Várias fontes observam uma tendência crescente em que interesses de curto prazo, como crescimento econômico e fornecimento de alimentos, parecem pesar mais do que medidas de longo prazo para a sustentabilidade. A Comissão enfatiza, porém, que a inação aumenta o risco de seca estrutural e danos ambientais.

Mesmo assim, a Comissão Europeia parece decidida a avançar com a proposta. Apontam-se compromissos anteriores dos países da UE para melhor proteção ambiental que até agora não foram cumpridos adequadamente. Ainda não está claro em que forma a proposta será finalmente aprovada. O que está claro é que a gestão da água está ganhando cada vez mais destaque na agenda de Bruxelas.

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Este artigo foi escrito e publicado por Iede de Vries. A tradução foi gerada automaticamente a partir da versão original em neerlandês.

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