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Polônia escolhe com novo presidente novamente sobre seu rumo pró ou anti UE

Iede de VriesIede de Vries
A Polônia começa hoje (1 de junho) uma segunda rodada extremamente acirrada das eleições presidenciais. O resultado final provavelmente dependerá da escolha dos eleitores jovens e dos moradores rurais, que em grande parte se afastaram do sistema político polonês.
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A disputa entre o liberal e pró-europeu prefeito de Varsóvia, Rafał Trzaskowski, e o nacionalista-conservador Karol Nawrocki é tão apertada que as pesquisas não apontam um vencedor claro. 

Na primeira rodada, Trzaskowski obteve 31,1% dos votos, enquanto Nawrocki recebeu 29,5%. O terceiro lugar ficou com o candidato libertário Sławomir Mentzen, que angariou quase 15% dos votos. Seus apoiadores podem ser decisivos na segunda rodada. 

Mentzen apresentou um plano de oito pontos, no qual, entre outras coisas, se posiciona contra aumentos de impostos e contra a adesão da Ucrânia à UE. Nawrocki assinou esse plano numa tentativa de conquistar o apoio da base de Mentzen. Trzaskowski se manifestou seletivamente sobre alguns desses pontos.

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Nawrocki, apoiado pelo partido de oposição Lei e Justiça (PiS), defende a preservação dos valores tradicionais e uma postura crítica em relação à UE. O presidente na Polônia tem poder executivo limitado, mas pode vetar legislação e influenciar a política de segurança.

Trzaskowski, apoiado pela coalizão governista da Primeira-ministra Donald Tusk, defende uma postura pró-europeia e reformas dentro do Estado de Direito. Entre os eleitores jovens, há um crescente descontentamento com o establishment político. Esse grupo demográfico pode desempenhar um papel crucial na segunda rodada, já que seu comportamento eleitoral é difícil de prever.

Nas áreas rurais, Nawrocki tem significativamente mais apoio, especialmente entre agricultores e trabalhadores rurais. Na primeira rodada, ele obteve 38,1% dos votos nessas regiões, contra 21,7% de Trzaskowski. Essa diferença enfatiza a divisão entre áreas urbanas e rurais na Polônia.

Internacionalmente, Nawrocki recebeu apoio de figuras como o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán e o ex-presidente americano Donald Trump. Esse apoio ressalta as implicações geopolíticas das eleições, especialmente em relação à posição da Polônia dentro da UE e suas relações com países vizinhos.

As eleições são vistas como um referendo sobre o futuro da Polônia: uma escolha entre maior integração com a UE e a preservação da soberania nacional. O resultado influenciará não apenas a política interna, mas também o papel da Polônia no cenário europeu.

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Este artigo foi escrito e publicado por Iede de Vries. A tradução foi gerada automaticamente a partir da versão original em neerlandês.

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