A vitória ocorreu na semana passada depois que todos os países da UE deram sinal verde para a abertura do primeiro capítulo. Esse conjunto foca em temas como estado de direito, normas democráticas, direitos fundamentais e funcionamento das instituições. Esses temas formam a base do processo de adesão de novos países à UE.
Já bastante avançado
O progresso desses dois países estava bloqueado por mais de dois anos pela Hungria, mas nos bastidores já foram conduzidas negociações diplomáticas e administrativas completas sobre os seis grandes capítulos que precisam ser acordados. Nos corredores, alguns negociadores dizem que já há um consenso na maioria dos pontos, exceto nos dois maiores obstáculos: a política agrícola e a cláusula financeira.
Obstáculo húngaro
O novo primeiro-ministro húngaro Péter Magyar afirmou ter alcançado um acordo com a Ucrânia sobre a posição da minoria húngara na região de Zakarpattia. Isso eliminou um importante obstáculo que atrasava as negociações por muito tempo. A questão causou tensões entre ambos os países durante anos.
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Referendo?
Ao mesmo tempo, o primeiro-ministro húngaro destacou que a abertura do primeiro conjunto não significa que a discussão sobre uma futura adesão à UE esteja totalmente concluída. Segundo ele, o processo de adesão ainda terá muitos passos subsequentes. Magyar também deixou em aberto a possibilidade de que a Hungria queira realizar um referendo sobre a admissão final da Ucrânia na União Europeia, ‘após todas as negociações nos próximos anos’ serem concluídas.
O mais rápido possível
Como a maioria dos países da UE deseja a adesão da Ucrânia e da Moldávia 'tão rápido quanto possível e responsável', na próxima semana espera-se em Bruxelas e Estrasburgo a aprovação e concordância dos ministros das Relações Exteriores e do Parlamento Europeu.

